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E o tempo levou.

+ As cores e flores da Cidade
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+ Sobrevoando a Avenida Sumaré
+ uma paisagem cultural
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Violeta infelizmente ficou muito doente dos pulmões, pois no inverno a alternância entre o calor do forno e o vento gelado e úmido típico da região onde moravam provocou uma grave doença em seus pulmões. Violeta já não comia, emagreceu, tossia, gemia e foi ao lado de um vaso cheio de frescas margaridas, deitada em seu colchão fino, com o cabelo cuidadosamente adornado de margaridas que Violeta...

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e a de falecimento. Os donos das vendas onde Violeta vendia os biscoitos custearam os gastos com o funeral, e Ana então voltou pra casa sozinha. Após a morte de sua mãe, Ana comia na casa de Dona Nena, sua vizinha, que a chamava todos os dias pelo almoço. Dormia no colchão fino de sua mãe, agora só, no entanto todos os dias ao acordar, continuava a debruçar-se sobre a janela para olhar as...

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Lá, Ana sentava ao pé da sepultura de sua mãe com as flores nas mãos, alisava a terra batida afastando as folhas secas caídas das árvores, tirava cuidadosamente os chinelos e conversava com Violeta. Falava sobre a casa, dizia que estava cuidando direitinho dela, deixando bem limpinha e florida como sempre, do jeito que ela gostava. Ressaltava que nunca se esquecia da flor de seu cabelo: sempre a...

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não cuidava dos porcos e das galinhas como ela, isso não! Ana repetia esse ritual de visita ao túmulo da mãe todos os dias. Ficava lá por volta de uma hora, de tanto que falava. Depois se despedia, calçava os chinelos e deixava as margaridas sobre o túmulo de terra. Alguns meses depois da morte da mãe Ana notou que algumas margaridas fincaram raiz em seu túmulo e começavam a brotar. Achou bonitos...